Gato robô

Este mês, a Sega começa a comercializar no japão seu novo gato-robô, o Yume Neko Venus ou Dream Cat Venus, que foi programado para responder a estímulos de toque ou voz, fazer diversos movimentos, ronronar e miar. Para ter uma idéia melhor do que vem por aí, veja o vídeo do seu antecessor, o Yume Neko Smile. Creepy!

(Lendo por RSS ou email e não consegue ver o vídeo? Assista no blog ou no YouTube)

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  1. maria helena’s avatar

    ai, nem, ainda prefiro os bichanos de verdade, com pelos, unhas e o resto….
    mas minhas “meninas” iriam adorar um “brinquedinho” desses dando sopa, tô até vendo em uma semana eu garanto que elas esquartejam o bichinho….

  2. sarah’s avatar

    nada substitui os verdadeiros…

  3. Jasmim’s avatar

    Nós já tinhamos visto sobre esses gatinhos.
    Eles são bonitinhos, mas os reais são melhores ^^

  4. Carol Liôa’s avatar

    enquanto isso os de verdade eles comem^^

  5. Luzinha Franzoi’s avatar

    gente sem noção! af!
    gato é tudo de bom, mas tem que ser de verdade, né? oh, MY! sorry pelos alérgicos! nhé!

    bjus pros 4, ótimo sábado!

  6. Dê’s avatar

    nossa, que coisa estranha!!!!!

  7. Rodrigo’s avatar

    Bizzarrooo!

  8. Vanessa Lampert’s avatar

    Acho uma ótima idéia. A solução para quem acha gato fofinho, bonitinho e outros “inhos”, mas ao primeiro problema, primeiro cocô fora da caixa, primeiro gasto com veterinário resolve passá-lo adiante. Também é uma ótima solução para quem insiste em mantê-los com acesso à rua por preguiça ou vergonha de telar as janelas ou os muros e depois reclama quando o inevitável acontece (envenenamentos, atropelamentos, etc.).

    Também é uma maravilhosa solução para quem insiste em não castrar (para não gastar ou porque acha desnecessário) e acaba expondo desnecessariamente a gatinha a piometra, câncer de mama, de útero, o gato a câncer de próstata, brigas por território, xixi spray pela parede e todo o tipo de estresse. Pior se além de não castrado tiver acesso à rua: mais gatinhos abandonados sendo feitos aos montes por aí, para piorar o problema da superpopulação. Se não tiver acesso à rua, mas cruzar, dá na mesma: filhotes que serão distribuídos e que farão mais filhotes que poderão acabar na rua.

    Também é uma ótima saída para quem acha que filhote é brinquedo e “presenteia” o filho com um gatinho, só para colocá-lo na rua ao primeiro arranhão ou xixi fora do lugar, ou mesmo pela chegada de um cachorrinho de raça. É a solução mais do que perfeita para aqueles malucos que insistem em manter gatos em apartamentos sem redes de proteção nas janelas e sacadas e ainda se espantam quando eles caem.

    Só não é uma boa idéia para quem realmente ama gatos e se dispõe a fazer o que for necessário para protegê-los e proporcionar a eles uma vida feliz. Para quem não se importa em limpar caixa de areia, nem em fazer um empréstimo para pagar a conta do vet, nem em estragar a fachada da casa ou a janela do apartamento instalando redes de proteção (e nem pensa em pedir permissão ao proprietário do imóvel para instalar as redes, pois raciocina que, logicamente, isso não é necessário).

    Essas pessoas que amam os gatos por seu comportamento único, apreciam sua companhia, suas bagunças, brincadeiras, alegrias e momentos de mau-humor, que não conseguem imaginar como seria a vida sem aquelas fofuras por perto, e que os amam independentemente da aparência que eles possam ter, os amam simplesmente por serem gatos, por serem sinceros, carinhosos e puros, jamais se satisfariam com uma imitação robótica e sem graça, sem vida, sem alma.

    Nós, que amamos os gatos, apesar de até apreciarmos brinquedos bonitinhos feitos por mãos humanas, sabemos que eles são muito mais do que isso, são nossos amigos, nossos pequenos potes de alegria, que Deus nos confiou para que deles cuidássemos até o fim de suas vidas, construindo um relacionamento que só nós entendemos, e que nos faz saber que apesar de pertencermos a espécies diferentes, somos todos essencialmente iguais.

    Beijos!

    R: Adorei seu comentário!